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Sala dos Professores

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E se fosse com você?

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Muita gente já conhece as diversas tirinhas da Mafalda. Ela é ótima, pois tem um humor inigualável e ainda nos coloca para refletir sobre muitas coisas.

Por isso uso a tirinha abaixo para perguntar: E se a Mafalda fosse sua aluna? O que você ensinaria? Quais são as coisas realmente importantes?



Se você já tem uma Mafalda em sua turma, ótimo! Conte-nos a experiência!!

Sala Aberta: Dar voz às pessoas

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Replicando o texto de Ayne Salviano, ótima jornalista, educomunicadora! Enjoy!

O ser humano é um ser social. Ele precisa se comunicar. Mais do que isso, ele necessita se manifestar. Com o avanço da tecnologia e das ferramentas da web 2.0, ele está conquistando espaços nunca antes imaginados. E, claro, está gostando porque poder se expressar significa ter liberdade. Desta forma, valorizar as oportunidades de expressão é uma maneira de propagar o direito de ter opinião.



E foi pensando nisso que os estudantes da escola municipal Profª. Leonor Chaim Cury, de Birigui, fizeram questão de montar um painel com as fotos dos alunos que tiveram suas mensagens publicadas no Nossa Vez!, suplemento infantojuvenil da Folha da Região criado por mim em 2010 como um espaço educomunicativo aonde o público desta faixa etária pode se manifestar. Neste caso específico, até sugerindo pautas e outros assuntos que desejam ver publicados. Obrigada pelo carinho, pessoal.





BRINCADEIRA

O jornal é a oração matinal do homem moderno, já dizia Hegel. Impossível imaginar alguém atingindo destaque na vida pessoal ou profissional sem estar bem informado sobre o que acontece na sua cidade, no seu país e no mundo. Assim, o Ler para Crescer investe na formação continuada de professores que acreditam nestas ideias e queiram formar novos ‘leitores do mundo’ críticos e cidadãos. É comum, então, recebermos educadores com crianças de 3 e 4 anos visitando a redação. O que elas fazem aqui?



Descobrem o mundo mágico da informação e do conhecimento. E o jornal passa a ser uma das ferramentas lúdicas que além de ampliar a imaginação, ajudam na construção do conhecimento. Um exemplo aconteceu com os alunos da etapa 2, que têm entre cinco e seis anos, da professora Aureni Pinheiro de Araújo, da Emeb (Escola Municipal de Educação Básica) Julieta Arruda Campos, de Araçatuba. Depois que a professora leu as notícias, discutiu ideias e promoveu debates, usou o material reciclável para criarem guirlandas e enfeitarem a escola. Arrasaram em criatividade. Parabéns!



DIA A DIA

Os alunos do 2º ano A da Emeb Carmélia Mello Fonseca, também de Araçatuba, têm explorado o jornal à vontade lendo classificados, propagandas, notícias, sempre acompanhados da professora Irene Ventura da Silva Corte. Toda essa descontração está permitindo aos alunos indagar, questionar e, principalmente, entrar em contato com diversos tipos de textos. Leitura prazerosa, aula descontraída, aprendizado na certa!



DIFERENÇA

Já com a professora Ana Bitencourt, os alunos do 4º ano desenvolveram um jornal em sala de aula, explorando os tipos de assuntos e textos que podemos encontrar nesse veículo de comunicação: opinião, esporte, economia, saúde, classificados, entre outros. Em duplas, eles elaboraram perguntas, fizeram entrevistas para levantar fatos e compuseram as notícias. Escolheram o nome do jornal, elegeram a manchete e, superando as expectativas da professora, produziram textos. Segundo Ana, o contato com jornal proporcionou grande diferencial no aprendizado dos alunos.

Reflexões Sobre Estratégias Motivacionais

sexta-feira, 19 de agosto de 2011


Por Karin Ferreira

Ainda me questiono sobre o que chamamos de estratégias motivacionais. Como eterna estudante das Letras, vejo que minha inspiração para lecionar, na época de escola, iniciou-se com uma professora que soube ensinar "BEM" o conteúdo, com igual paixão. Será que a paixão de lecionar vem de "professor pra aluno"?

Será que nascemos ou simplesmente nos acostumamos com o que nos causa maior fascinação??
 Adianta melhorar toda a infra-estrutura e esquecer-se daquele que é mediador do conhecimento? Professores serão substituídos por máquinas?

Pra mim, aquelas aulas foram de importância extrema para a decisão de minha escolha de carreira. Aquela professora me fez escolher uma vida.


Participe desta discussão e deixe seu comentário!

Qual o tamanho da sua paixão?

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Aprender é um dos mais importantes exercícios para todo aquele que pensa que pode ensinar algo.

Aprender é um dos pressupostos para ensinar. Nesta semana, até o seu final, estou treinando efetivamente minha capacidade de aprender. Estou participando do Encontro de Jornal e Educação, que reúne coordenadores de programas de jornal e educação de todo o Brasil. É uma troca impressionante de experiência e ideias. Além de tudo o clima é muito agradável, pois o grupo já se conhece e gosta de estar junto.

Você deve se perguntar qual a finalidade de estar publicando isso. Eu digo! A paixão que eu vejo nos olhos e nas atitudes de muitos educadores, jornalistas, educomunicadores que estão aqui é uma ótima receita para professores. Nos olhos do professor é preciso arder uma chama muito forte, de ânimo e motivação, de paixão pelo seu ofício sagrado. Isso abre portas, ilumina caminhos e conduz a ação docente para o adequado processo de ensino e aprendizagem.

Que tal discutir sobre isso? Você já pensou sobre sua paixão docente? Quanto apaixonado você é?

Professores que inspiram

domingo, 7 de agosto de 2011


Já fiz algumas falas para universitários da área de licenciatura. Em alguns casos encontro alunos que me deixam tão desanimado quanto ao futuro de muitas salas de aula. Mas o objetivo desse post não é lançar luzes nestes, e sim nos que me deixam muito esperançoso. 

O que me afastou das postagens por alguns dias foram as últimas falas que fiz para universitários em Maringá e Umuarama, aqui no Paraná. Encontrei nas salas alunos extremamente animados, preocupados em aprender, que falavam de seus estágios e atividades em sala de aula com um brilho impressionante nos olhos.

Aos poucos, enquanto os observava, antes de começar a minha fala, percebi que todo aquele ânimo tinha uma inspiração comum. As professoras! Cada uma das professoras que estava à frente das turmas tinha um brilho muito especial no olhar. Todas inspiravam muito ânimo com a educação. Sala de aula, escola, formação... todas essas coisas eram de muito valor para elas. Isso é ótimo. Para mim, lembra uma fala de Rubem Alves, que diz que o professor "não morre jamais, pois de alguma forma, sempre continua vivo no brilho dos olhos daqueles que aprenderam a ver o mundo por sua orientação".

Ser inspiração para alguém, promover o brilho nos olhos, acender as chamas da paixão por uma profissão, por uma vida. Isso faz um bem maravilhoso. E todo professor tem este poder! O mais importante aqui é perguntas:

Que tipo de eternidade você está deixando? Está usando este poder? Qual a qualidade do brilho de olhos que você está proporcionando?



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Você já pensou em lutar? No próximo post vou falar sobre a função pedagógica do Muay thay. Já pensou sobre isso? Acompanhe!!!

Qual sua marca de professor?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Olá pessoal,

Hoje li uma entrevista muito interessante com o palestrante Mario Persona. Num dos trechos da entrevista que compartilho com vocês neste Link ele falar sobre a criação de uma marca docente. Vamos pensar um pouco sobre isso. Empresas têm sua marca. Escolas têm sua marca. tudo de forma que os seus clientes param e pensam sobre o empreendimento e aquilo que ele representa na comunidade. Isso tudo diz respeito à personalidade de um negócio. Mas professor também tem marca. Professores também controem sua marca no ambiente educacional e social. O pior é que pouco pensam sobre isso, mas é real. Qual é sua marca? O que as pessoas pensam quando se deparam com sua marca?

Este tipo de questionamento é bastante importante, pois o professor tem sim uma imagem e uma personalidade a criar e zelar no seu ambiente. Num dado momento da entrevista Persona afirma que ' No caso de sua área de atuação, é a percepção que o público tem de suas competências. Criar uma marca é criar uma impressão indelével na mente de seu público, de preferência uma impressão positiva, evidentemente. Há professores que parecem gostar de ser considerados antipáticos, orgulhosos, soberbos, sem perceber que isso é um desastre para sua marca pessoal"

E o pior é que em alguns casos eu me obrigo a concordar com ele. Tem mesmo professor que parece que não se ama. Além de sua forma verbal e olhares, muitos esquecem de cuidar do visual. A roupa, os cabelos, a maquiagem (no caso das professoras), tudo também compõe uma imagem de ser professor.

Mesmo formado em filosofia, sempre gostei muito de transitar por diferentes áreas do conhecimento, acho que isso enriquece muito todos os profissionais, em especial um professor. Nos estudos que fiz na área de educação, muita coisa está embasada no Philip Kotler, e não é que os 4 P's do marketing dele também fizeram parte da reflexão do Mário Persona, veja só:

"Você está se referindo aos aspectos produto, preço, promoção e praça ou ponto de atuação para o profissional. Primeiro ele precisa investir mais no quinto "P", o "P" de "Pessoa". Precisa ser alguém com uma conduta adequada, com caráter, com condições de servir de exemplo para seus alunos, porque o professor tem grande influência em mentes ainda maleáveis e deve tomar cuidado com o tipo de impressão que causa nelas.

Como "produto" ele deve trabalhar aquilo que é o cerne de sua atividade, o conhecimento. Um professor não pode parar de se atualizar. O "preço" vai depender muito de sua habilidade de negociar e, principalmente, vender seu "produto". Alguém que esteja em destaque na mídia, que tenha livros publicados, que seja convidado para palestras - todas estas atividades decorrentes de sua bagagem de conhecimento - certamente terá um maior poder de negociação na hora de pleitear por uma colocação.

O "P" de promoção é bom para lembrar que não basta ter bagagem se ninguém souber disso. Por isso é importante que o professor seja alguém para o mundo exterior à sala de aula, que ele se faça conhecido. Hoje isso é muito mais fácil com a Internet, desde que ele consiga criar um estilo próprio e saiba se expor da maneira correta.

A "praça" ou local de atuação também é importante. Pode ser necessário que o professor esteja nos lugares certos na hora certa e isso nem sempre de forma remunerada. Por exemplo, ele pode querer atuar em um trabalho de cunho social, além de suas atividades remuneradas. Pode precisar circular em lugares onde crie relacionamentos importantes para sua carreira. Pode precisar escolher onde irá ensinar, menos por questões financeiras e mais por questões de visibilidade. Enfim, ele precisará de discernimento para entender que lugar dará maior valor à sua profissão, e quando falo de valor não estou falando de remuneração."

Não é que é mesmo interessante. Acho que isso ajuda muito. Mas claro, se você leu até aqui é porque não se indignou com a comparação do professor com um empreendimento, e também soube entender o que isso realmente quer dizer. Isso também é um ponto a seu favor. Independente da escola onde atue, o professor precisa ser bom, e ter preocupações que também vão além de sua sala de aula e de seu salário. Isso também traz felicidade.

Quem quiser conhecer mais sobre esse assunto pode conhecer o livro Professor S.A. Uma boa publicação para os docentes preocupado com o sucesso em sua carreira.


 

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