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Bem estar docente

domingo, 31 de julho de 2011

Professor tem mesmo é que ser feliz. Doar muito de si e de sua energia para os outros não é fácil. É preciso se cuidar e se reabastecer sempre. Tenho um achado especial que quero compartilhar com todos vocês. Um blog especial dedicado ao bem estar dos professores. Como cuidar de sua saúde? Como fazer para se alimentar corretamente? E o que fazer para evitar dores e posições erradas no trabalho?

Tudo isso podemos encontrar no blog Bem-estar docente. Confira e depois compartilhe aqui o que te você considera o principal conselho para a vide docente de qualidade.


Reconhecimento também motiva

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Queridos professores e professoras, educomunicadores e educomunicaras que acompanham o Mosca de Sala de Aula,

Quando pensamos no que traz motivação para um professor somos capazes de citar muitas coisas. Uma das coisas, que no momento, me remete muito à motivação é o reconhecimento. Trabalhar e trabalhar e trabalhar é muito bom quando cada gota do nosso suor aumenta o brilho em nosso sorriso de satisfação.

Além de mim e de mais uma grande equipe do Instituto GRPCOM, milhares de professores e outros profissionais que já passaram pelo projeto Ler e Pensar, ou que ainda atuam em sala de aula com ele podem comemorar o reconhecimento mundial que recebemos.

Leia_aqui_mais_sobre_a_premiação sobre a qual estou falando.

Então, o conselho de hoje para todos é, sejam sempre os melhores. O resultado sempre vem a partir do nosso esforço!!!


Prática Pegagógica Transformadora

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Hoje quero compartilhar com vocês um texto organizado a partir da fala do professor Miguel Arroyo no Curso Nacional de Formação de Formadores da Consulta Popular, do ano 2000. É uma preciosidade, além de ser uma forma muito interessante de pensar a educação. Mesmo com toda a idade que o texto tem, fala de muita coisa boa. Confira, comente, compartilhe!

Clique aqui e acesse o texto!

Professor e Alunos: Companheiros de jornada

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Hoje quero trazer uma reflexão sobre as finalidades educacionais. Sem dúvidas, ao questionar sobre a finalidade da educação, a resposta correta é: aprendizagem. Esta por sua vez tem como princípios norteadores os quatro pilares da educação propostos pela UNESCO – “Aprender a Conhecer, a Fazer, a Conviver e a Ser”.Diante do desenvolvimento de suas funções o educador encontra grandes desafios, e certamente, levar o aluno a aprender é um deles.

Cada educador deve cultivar sua crença no processo educativo. É preciso que se acredite que a educação pode atingir sua finalidade, mudar o caráter de um jovem educando e, por conseguinte, o futuro de um adulto educado.Os pilares propostos pela UNESCO buscam assegurar que o educador não perca de vista os objetivos. A crença, sem a qual o educador perde uma importante característica, deve impulsionar o trabalho de cada mestre.

O desafio de fazer brotar a aprendizagem nos alunos está em fazê-los conhecer, conhecer a realidade que os cerca, a cultura, a vida, os valores e virtudes. Ensiná-los a fazer, cientes do mundo, cultura e realidade onde estão inseridos e conhecedores de virtudes e caminhos possíveis, sua história como agentes ativos e primogênitos. Levá-los a conviver, agentes da história, conhecedores treinados, estabelecer relação com os indivíduos que formam sua sociedade, vivendo com eles as possibilidades ofertadas. E, levá-los a ser, e ser com eles.

Este último desafiante pilar possui grande importância. Levar a ser e ser com eles, dois sentidos que devem figurar claramente entre os objetivos buscados no processo educativo.É impossível não afirmar, diante disso, que as finalidades repercutem em grande escala naquele que se dispõe a acompanhar os alunos. Não há como entender que o professor não seja tomado por esta disposição e não se coloque no caminho com cada aluno.


Aquele que não entra na disposição de acompanhante, mas vive o caminho e é o companheiro viajante não leva nem chega, sequer sai do lugar. Torna-se importante considerar que a finalidade está em comunhão com diretrizes desenvolvidas, em clarividência, relacionada com a aprendizagem, mas nada é sem a disposição de ambos os companheiros de viagem. Sabendo que para alcançar os objetivos finais o professor precisa provocar seus alunos, antes assume para si a provocação fundamental.

Professor Educador

quarta-feira, 20 de julho de 2011


“Per virtutem ordinatur homo
ad ultimum potentiae”.

“Pela virtude o Homem se dirige
ao máximo daquilo que pode ser”.
Tomás de Aquino


Vamos começar com um pouco de teoria... Falemos um pouco sobre ser professor.

Ser professor pressupõe uma atividade que é, também, artística. Compreende a noção de contribuir para a produção de algo no qual fica impregnado um pouco daquele que despendeu energia para sua realização. As Máquinas e a tecnologia não são capazes de substituir uma atividade essencialmente humana que pressupõe o exercício de capacidades específicas do Homem.
Atuar na vida docente corresponde a escolher um caminho de vida a ser percorrido diariamente até o fim. Antes de tudo, este caminho implica num preparo pessoal. É preciso conhecer-se e constituir-se enquanto pessoa para poder assumir a carreira docente. O professor precisa ser virtuoso e fazer a própria busca por despertar o aprendizado em si mesmo. Posteriormente, ser professor implica na atividade de educador, despertar nos alunos a busca pela aprendizagem. Que tipo de busca pode despertar aquele que não sabe para onde deseja ir? Como é possível apontar um caminho a alguém quando o próprio dedo não tem uma direção a perseguir?

A palavra utilizada pela língua espanhola auxilia na compreensão que do se persegue e se pretende neste caso. O professor, em espanhol, pode ser o enseñante, aquele que enseña. A palavra preserva a raiz latina muito mais do que o português, insegnire: apresentar sinais, por isso aquele que enseña, mostra, “o mestre mostra” (AQUINO, 2004, p.21) [1].
Assumir a vida docente inevitavelmente implica em relacionar-se com outras pessoas e com outras vidas. Na maioria das vezes o docente não percebe a presença que tem na vida de seus alunos. Tendo consciência das concepções do parágrafo anterior e do capítulo antecedente, é possível perceber que no encontro[2] entre professor e aluno ocorre estímulo quando este observa naquele o tipo de ser humano que deseja ser.
Este vocacionado à vida docente é, também, um profissional da aprendizagem. A matéria de seu serviço é dotada de uma especificidade, todos os profissionais, antes de exercerem suas atividades, traçam uma jornada com um professor. Dessa forma, este profissional tem como objeto de sua atuação o conhecimento, para o qual ele aponta, e ao qual também busca, por isso é o profissional da aprendizagem. Sua busca é contínua, precisa sempre aprender e deixar aprender. Atuar profissionalmente na aprendizagem exige competências que devem ser desenvolvidas por este profissional “aprendente”.
Ser professor é responder a um chamado, seguir uma missão. É preciso preparar o coração, a mente e o espírito para esta missão.
Na próxima postagem traremos vivências...




[1] Tomás de Aquino, Sobre o ensino (De Magistro), tradução e estudos introdutórios de Luiz Jean Lauand.[2] Este encontro denota a presença do professor no processo de aprendizagem do aluno como companheiro de jornada. Aquele que caminha ao lado mostrando caminhos possíveis. Assim, recorre-se à imagem de vidas que se relacionam num encontro contínuo.

Ao mestre com carinho

Para pensar um pouco sobre a beleza de ser professor sugiro o video abaixo:



Conheça a motivação do Mosca de Sala de Aula

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